De traído a Corno Consciente

A história que contarei abaixo é real, por isso pode ser longa, porém é fiel e
detalhada. Tenho 33 anos, 1,82m de altura e estou obeso (mas em um limite
normal), minha esposa tem 27 e possui um corpo de menina, com 1,70 de altura e
seu corpo perfeito que deixa bem à mostra a bunda gostosa e seus seios médios e
duros. Ela é o tipo da pessoa que realmente chama atenção na rua e, por isso, é
bom para o ego, por outro lado às vezes mata de ciúmes.
Casamos a ****** atrás e eu então comecei a trabalhar ainda mais do que ja
trabalhava, em busca de segurança, pois eu não estava mais só e tinha outra boca
para alimentar. Por fruto disso acabei dedicando pouco tempo à minha esposa,
porém nunca deixei de mima-la com presentes, jantares ou passeios. Após o
casamento, senti uma certa segurança pois eu realmente fazia tudo por ela e era
muito fiel, então acreditei que a recíproca era verdadeira. Eu estava enganado!
Em Agosto do ano passado fui mandado embora da empresa na qual trabalhei
por ****** e fiquei três meses em casa, nesse período, apesar de gastar menos
dinheiro com mimos, tive a oportunidade de conviver muito mais com a minha
esposa. Um belo dia, após um evento com a família dela, vi que ela estava bem mal
e chateada, mas não entendi o porque e nem ela disse, até que no meio da
mad**gada ela me acordou e confessou que tinha me traído. Ela sentia peso na
consciência, pois tendo contato comigo e vendo como eu agia, viu que qualquer falta
de atenção anterior era por causa do excesso de preocupações com o trabalho.
Logo que ouvi, fiquei chocado com a situação e juro que pensei internamente
que era uma brincadeira ou um teste, mas o papo continuou. Pensei então que tinha
sido um evento separado e que eu ia dormir e discutir com ela no dia seguinte, mas
ela estava com um peso tão grande na consciência que, antes que eu argumentasse
qualquer coisa, me adiantou que apesar de não ser algo frequente, que tinha me
traído por cerca de dois anos. Ela já queria me contar fazia um tempo mas a gota
d'água foi ela ver o quanto a família dela respeitava e gostava de mim.
Eu sai de casa ainda de mad**gada e parei o carro em uma rua qualquer, para
pensar o que iria fazer da vida. Recebi dezenas de telefonemas dela, das quais eu só
atendi um. Ela me dizia que tinha me contado porque me amava e que queria ficar
comigo.
Desliguei o fone e pensei em milhares de coisas. Lembrei que eu havia curtido
antes do casamento e que eu havia traído, inclusive ela (o casamento foi uma decisão sagrada e eu respeito demais, sou realmente fiel), lembrei das brincadeiras de
sadomasoquismo leves que eu curtia e que passaram com o tempo e lembrei que
desde um ano e meio eu vinha me masturbando ao pensar em minha esposa sendo
comida por outro. Sempre imaginava ela em uma casa de Swing ou lugar assim,
sentando e rebolando no pinto de alguém, mas jamais tive coragem de falar. Pensei
nessas horas também em coisas ruins, como eu me sentia com aquilo - Eu seria
capaz de perdoar trepadas por tesão, mas envolvimento emocional com outra
pessoa, significava que ela não me amava como eu a amava.
Após quase um dia inteiro afastado, voltei para casa e ela havia tomado um
calmante forte. Falei que só ficaria com ela se ela falasse tudo o que tinha se passado
e desse os detalhes que eu queria, assim poderia ver o quanto havia sido algo com
relacionamento emocional. Possivelmente o calmante estava funcionando como um
"boa noite Cinderela light" e a maioria das coisas que perguntava eram rebatidas com
respostas imediatas, como se ela não pensasse em dar uma "maneirada" na
quantidade de informações.
Em certo momento da conversa, ela falou que ela se excitava muito porque
ela se sentia dominada com o amante, junto com a sensação de estar fazendo algo
errado. Ela tentava parar de vê-lo mas com pressão psicológica ela cedia e ia para o
Motel dar novamente. Isso me instigou porque eu gostava de vê-la numa situação
onde ela estava submetida à vontade de outro homem.
Ela tinha encontros em média uma vez por mês, em motéis próximos à minha
casa e sempre dava um jeito de eu não estar disponível na hora, para não ligar para
ela ou perceber. Houve um caso de eu estar viajando e ai ela pode passar a noite
toda no motel.
Não satisfeito com os detalhes superficiais, pedi detalhes. Então com um pouco
mais de esforço para faze-la falar, ela descreveu que toda vez ela pedia para ele
come-la de quatro, ao mesmo tempo que ele perguntava "quem te fode?" e ela
respondia "que era ele". Ela sentia-se dominada dessa forma, com ele sendo o macho
dela na relação. Eu senti um tesão vindo lá de dentro e meu pinto ficou muito duro
ouvindo isso. Ela, querendo reaproximar-se de mim e com culpa, percebeu o meu
pinto endurecer, colocou a mão nele e começamos a fazer sexo.
Enquanto eu entrava e saia lentamente, para não gozar logo, ela falou que
deu muito perna aberta e que se abria toda para ele, que gostava de dar de quatro
e sentir-se *******. Ele falava durante o sexo que ela sabia que era gostosa e que
gostava de tomar na buceta, ela concordava e se excitava. Ele sempre a colocava
em uma posição de submissa e isso é o que a fazia enlouquecer. Uma vez, a obrigarmos, ela ligou para ele e encontraram-se em uma pracinha, brava comigo e
com tesão, ela obedeceu a ordem dele para chupa-lo ali mesmo no carro e tomou
uma gozada na boca. Ao terminar, olhou para ele e recebeu a ordem para engolir, o
que fez prontamente.
Durante o sexo, eu perguntava o que mais ela tinha feito e como acontecera,
as vezes ela falava algo que eu não gostava e meu pinto meio que murchava, mas
com o vai-e-vem e as partes mais excitantes eu voltava a ficar com o pinto duro.
Com essas variações, o ato todo durou mais de uma hora e vinte minutos, onde
consegui juntar muitas informações.
Depois dessa noite, fizemos sexo por mais de uma semana sem parar, sempre
tocando no assunto do que ela havia feito. Seguiu-se cerca de um mês, já um pouco
menos quente do que no inicio, até que em uma bela manhã, acordei muito excitado.
Eu tinha que tomar banho e ir trabalhar e então eu me masturbei no banheiro,
imaginando ela dando no motel e sendo submissa de outra pessoa. Sai do banheiro
para ir me trocar e juro que em menos de 5 minutos já estava de pau duro de novo.
Dessa vez, cheguei perto dela, ainda ********, falando: Acorda que você tem que
me levar, hoje a noite vou ter que viajar a trabalho, mas vamos ficar juntos antes?
Ela não me negava sexo desde o ocorrido, então foi fácil fazer com que ela acordasse.
Assim que começamos a transar, o tesão era tanto que, pela primeira vez na
vida, resolvi falar para ela o que eu estava sentindo. Perguntei para ela se sabia o
porque eu tinha acordado com tesão e já emendei: eu pensei em você dando para
outro. Ela relutou, mas com um pouco mais de tempo ela já perguntou se era sério.
Respondi que sim e ela então perguntou com todas as letras se o que eu queria é
que ela desse para outro. Novamente eu disse que sim, que eu tinha pensado nisso
e que estava com tesão. Ao sentir firmeza no que eu falei, ela começou a perguntar
detalhes, para fantasiar, enquanto gemia cada vez mais. Falei que ela poderia
encontrar alguém na internet ou ir em um Swing e que eu queria ver. Gozamos feito
loucos rapidamente.
Me arrumei, arrumei a mala para a viagem de depois do expediente e ela foi
me deixar no escritório. No caminho ela se mostrava entusiasmada com o que falei,
mostrava tesão e vontade em sair com outra pessoa, mas dando voltas no assunto.
Certo momento, criou coragem e perguntou se ela poderia sair com a pessoa que ela
já vinha saindo antes, pois tinha medo de desconhecidos e sentiria-se mais segura e
menos constrangida. Eu disse que ia pensar. Perguntou ainda se eu ia querer saber
o que tinha acontecido, caso ela fosse sozinha.Eu disse que iria querer todos os
detalhes e, mesmo com medo, já disse que aceitava sim a saída dela com o mesmo,
desde que de fato fosse sexo.Durante o período no voo, eu redigi um e-mail falando que a amava e tudo
mais, mas que eu permitiria ela ir, desde que ela não mentisse nunca mais para mim
e que chegássemos a um acordo. Escrevi uma parte do e-mail com coisas mais
picantes, pois eu já estava com muito tesão, falando que queria que ela ligasse de
cima do pau dele para eu escutar, que eu queria que ela voltasse para casa com a
virilha escrita "comi essa buceta" e assim por diante.
Mandei o e-mail ao chegar e ela me ligou para conversar, dizendo que não
queria aquilo ainda, que ela tinha ficado insegura por eu liberar ela tão fácil (apesar
de eu explicar que eu a amava e que gostava de vê-la com tesão). Por esse motivo
o assunto voltou novamente a ficar bloqueado, embora eu tenha me masturbado
*****santemente no hotel, antes e depois do trabalho, todos os dias naquela semana.
Pensei em mandar uma mensagem por um perfil falso do face book para que ele
ligasse para ela, daria um jeito de avisar que o "marido esta viajando" e que ele
podia tentar se aproximar, mas não houve coragem.
Na semana seguinte, tivemos um grande briga porque ela novamente disse
que eu estava desistindo dela e tudo mais, então a abertura que já era minima se
fechou, mas parece que o meu desejo aflorou mais ainda. Eu me masturbava direto
pensando no assunto. Passou o tempo e vendo que daquele mato não sairia cachorro
e com um bom sexo que vinhamos tendo, deixei de lado aquilo. Eu morria de medo
de ela ter algum envolvimento que não fosse sexual, então essa trégua até era boa,
exceto pelo nosso assunto na cama que teria que ser mais restrito.
Em uma determinada semana, no final do ano, uma tia veio nos visitar e com
isso passamos uns dias sem fazer sexo, o que ajudou a juntar tesão nos dois. Em
uma bela noite no final dessa semana, durante uma conversa simples de uma matéria
da internet, alguma coisa fez com que ela tivesse um estalo e me falasse: "to com
vontade de sair para dar". Fiquei excitado e a chamei para o quarto, onde
imediatamente coloquei a mão na buceta dela que já escorria. Ela falou que estava
com tesão demais e se eu ia deixar ela sair para dar. Respondi que tinha que pensar
e cuidadosamente começamos a fazer sexo, para não acordar minha tia. Já eram 3
da manhã e enquanto eu metia, perguntava se ela queria sair para dar instigando-a.
Ela respondia que sim, que queria ligar para ele e se eu ia deixar. Eu já estava louco
de tesão e disse que sim, então ela me falou que queria que fosse naquela hora.
Expliquei que minha tia estava lá e que não havia nenhuma desculpa cabível
para os dois saírem de mad**gada. Acabamos por gozar muito juntos ainda falando
no assunto. Minha tia foi embora no dia seguinte de manhã, conforme já estava
combinado. Era um domingo e então pude voltar a dormir depois da despedida.
Acordei com tesão novamente e deixei minha esposa ainda na cama. Tomei um
banho pensando em ela sair para dar, que teria que ser algo rápido para que fosse
só sexo, que se fosse somente isso e não emocional, que melhoraria ainda mais o
nosso relacionamento. Eu adoro ver a minha mulher com tesão, se sentindo tesuda
e desejada. Desenvolvido o assunto na minha cabeça, sai do banho.
Ela acordou, tomou café, enrolamos um pouco e cerca de 15hs eu a chamei
no quarto. Comecei a beija-la e perguntei se ela ainda estava com vontade de sair e
fiz outras perguntas. Ela respondeu que sim, mas ainda com controle emocional,
como se não acreditasse. Ai ela perguntou quando seria, para me testar. Eu respondi
que seria "hoje" e percebi a mudança da feição dela. Ela começou a me beijar dizendo
que estava muito afim e ao tocar a bucetinha dela percebi que estava muito inchada.
Ela tem um belo clitóris e grandes lábios e, depois do que falei, eles pareciam muito
maiores e estavam duros de tesão.
Ela pegou o telefone e parou de medo e dúvida, mas ai eu coloquei a mão na
buceta dela e continuava muito dura de inchada, então eu a incentivei a ir. Não
demorou 3 minutos para que o amante aceitasse encontra-la no motel. Com o pouco
tempo livre que tínhamos, ela foi tomar banho, a depilei e ajudei a passar creme no
corpo. Eu nunca faço isso, mas parece que isso completava mais ainda o papel de
corno.
Ela saiu de casa 8 da noite daquele domingo, enquanto eu fui dar uma volta
em um shopping mais distante, para gastar tempo e consumir o tempo. 8:45 ela me
ligou e disse que o amante ainda não havia chegado, mas que ela já estava com a
saia sem calcinha e o top sem sutiã vestida. Falei que era para ela se comportar
como uma puta vagabunda, porque lá não era para fazer amiguinho, que se ela
queria dar que desse. Desligamos o telefone e eu ai percebi que ainda ia demorar,
pois nem havia começado.
Cheguei ao shopping e enrolei até fecharem as lojas e ainda comi em um
restaurante que ficava aberto até mais tarde. Enquanto isso ela estava lá no motel
(contarei a próxima parte baseado nos relatos dela).
Ele entrou no quarto meio receoso, pois afinal fazia um bom tempo que não
tinham contato por meio nenhum e, mais ainda porque ela o convidou para ir direto
ao motel. Ela viu a cara dele e mesmo sem palavras, ajoelhou e abaixou o zíper,
começando a chupa-lo, ajoelhada no chão fazendo o vai-e-vem. Como quem está
anos sem ver um pinto.Dessa posição ele a colocou na cama e chupou a buceta com vontade, fazendo-a gozar. Já emendou mandando ela ficar de quatro e deu muitas estocadas,
perguntando se ela tinha sentido saudade do pau dele. Ela enlouquecida falava que
sentia muita falta do pau dele e para ele meter mais. Ele a colocou de lado e pegou-a por trás, segurando os seios duros de tesão e meteu com força até gozar.
Conforme instruída por mim, ela estava ali para trepar, então ela não deu
tempo, foi para perto do pinto dele e começou a lamber, fazendo o pau ficar duro
novamente. Ele abriu as pernas e começou a meter com força, puxou os pés para
cima dos ombros e começou a dar estocadas, falando que ela sabia que era tesuda
e que ela gostava de ser vadia. Ela gemia cada vez mais alto e pedia para ele fodela, o que fez até gozarem.
Descansaram por alguns minutos e enfim ela levantou-se, pois havia recebido
um sms meu, falando que estava voltando do shopping. Para ele não achar que era
putaria, ela não contou que eu havia consentido isso e, então, essa mensagem era
um aviso que já tinha dado a hora.
Ela levantou-se e ao encocha-la o pinto dele cresceu novamente, mas ela já
havia dado a desculpa que precisava vir e deixou ele na mão.
Entrou no carro na garagem e já me ligou, perguntando imediatamente se eu
a estava esperando com tesão. Falou que ela estava tão louca que não conseguiu
sair da garagem antes de me ligar, que estava com muito tesão.
Voltou para casa e gozamos feito loucos, assim como nas semanas seguintes...
Enquanto ela contava o que havia feito ou imaginávamos a próxima.
Se gostarem dessa história, tenho a continuação (verídica também)... postarei
em breve
5年前
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