Duo ou trio
Após a revelação da minha mulher, os dias continuaram a ser idênticos, praia, jantar em restaurantes e diversão noturna
Só mudou as conversas entre nós há noite, passei a pressionar a rita, para fazer um trio, a resposta era sempre a mesma, “és doido, e o que fazes com ele, ainda perdes o trabalho, ganha juízo, etc., etc.,”, eu já nem perguntava se elas se tinham voltado a enrolas as duas
As discussões acabavam sempre, mal, nem sexo com ela, nem plano, e quando queria conversa sobre se tinha voltado as duas a fazer sexo, silencio da rita, voltava-me as costa e dormia, mas não minha cabeça, ficavam os sorrisos delas, as indiretas entre elas, os pequenos toques entre elas, que para mim, já eram sinal de código que só elas sabiam
Numa das discussões perguntei se a rita lhe tinha dito que eu sabia, a resposta com uma cara de espanto “achas”
O calendário avançava para os últimos 4 dias, e nada de sexo com a patroa, nem quase com a rita, quinta, no café de praia o meu patrão costumava telefonava para lisboa, falava com a empregada do escritório, para saber, se estava tudo bem, quando voltou para a esplanada onde eu ficavam a beber, relata que tem um problema com as finanças/empresa, que vai que regressar mais cedo, regressamos a casa, para almoçar, junto das respetivas mulheres
O almoço a conversa era como seria o regresso a Lisboa, havia dois carros, o deles e o nosso, e foi da iniciativa dele o pedido de levarmos a mulher de regresso, ele seguia de imediato, para ter a sexta, para trabalhar, a suzete ficou agastada com a partida, mas aceitou, já a rita tinha uma expressão, de pena pela partida e de olhar para mim cuidado vê-la o que fazes, só tinha um pensamento
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Final de tarde já não só eu fui, há praia, elas ficaram em casa, para se arranjarem, para sairmos há noite, jantamos num restaurante, e fomos há um bar. No quarto os dois, levei logo o aviso, para não fazer nada de maluco
Sexta tentamos a normalidade, praia final da manha, só eu acordei cedo, os três na praia elas saíram como habitual mais cedo para casa, eu esperei uns 15 minutos e segui para casa, onde queria encontrar as duas juntas, esperava que a rita colaborasse, o medo dela era por ela ser patroa e eu poder ser despedido, claro que eu nem queria saber disso. Como as chaves de casa podia entrar sem bater
Mal entrei ouvi risos, mas vinham da cozinha as senhoras estavam de duche tomado, mas a fazer o almoço, sorrisos delas, oferecera-me uma garrafa de vinho para abrir e servi-las
Há noite no quarto, perguntei, porquê não tinham feito sexo, respondeu que eu devia ter juízo e não estragar o emprego, vindo da rita, que só fazia merda no trabalho por causa do vício do jogo, estávamos bem um para o outro, se não for amanha com as duas, tento sozinho com ela.
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Sábado, acordei só a pensar no menagé, já tinha feito vários trios, mas todos com gajas pagas, fui há praia, seguindo o ritual, voltei ao ataque, casa, surpresa, as duas na cozinha.
Rita: ainda bem que já chegas-te, assim ajudas, vai ao frigorífico e abre um vinho para nós
Só podia estas a gozar comigo, ou seria o vinho, para início de programa, percebi durante e após o almoço que não, sempre que dava uma conversa mais picante, a Rita cortava no tema, até que a suzete decide sair para visitar umas amigas e diz-nos para encontrarmo-nos há noite no restaurante, ficamos só eu e a rita o resto da tarde. A discussão começou mal ouvimos o carro a sair.
Mas a Rita tinha outros planos, como sabia o que ia na minha cabeça, sentou- no sofá de copo na mão, estava de vestido de praia sem nada por baixo, levantou uma perna assentando o pé no sofá, fiquei a ver a cona:
Rita: para queres a puta da suzete, não te chego eu
Claro que queria era um trio. Bebi um golo de vinho
Rita: estou aqui porque não me fodes? Podes foder comigo e pensar na suzete
Nesta altura a ver a cona da rita, o olhar de puta vadia dela, o desafio para uma foda louca, já estava cheio de tesão, o trio tinha ido à vida, e a suzete com ele
Rita: anda porco, fode-me como fodes as tuas putas
Ela com mulher sabia, sem nunca dizer, das noites de negócios que tinha ate tarde, a proposta não ia passar sem resposta, tirei os calções e avancei direto há cara dela de caralho teso, agarrei no cabelo, e preguei-lhe um grande linguado com sabor a vinho verde, segura pelos cabelos depois apontei a boca da rita em direção ao caralho, ela soltou logo a língua para lamber
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Eu: mama caralho, como uma puta de rua
De imediato veio o engasgo, pois eu tinha empurra a cabeça e espetado todo na boca, passei a ser mais suave, mas estava com tesão demais, rita continuava a chupar maravilhosamente bem, com a ponta da língua na cabeça do caralho, seguida duma lambidela debaixo para cima e terminava engolindo o máximo que podia, e voltava e voltava e voltava, para me aliviar pois não queria esporrar depressa, voltei a beija-la, e voltei a mandar, nos olhos dela
Eu: chupa-me os colhões, grande puta
Peguei no caralho e dei as bolas, lambeu logo, esfreguei o caralho na cara
Eu: cospe no caralho, puta
Rita deu uma cuspidela ligeira
Eu: quero uma cuspidela há porca
Ela voltou a cuspir, desta vez com mais saliva, voltei a enfiar-lhe o caralho na boca. Mas desta vez com a intensão de fode-la na boca, agarrei a cabeça com as duas mãos e passei a fazer um entra e sai, mandei que a língua de fora para a saliva começar a babar o caralho e sair pelos cantos da boca, eu já estava no modo putaria, a baba já estava a escorrer pelo queixo, pescoço, parei
Comecei a virar a rita de 4 no sofá, ela aproveito para se limpar a cara com o vestido, ela de cu espetado, pernas abertas, eu de pé uns 3, 4 passos atrás em pé a contemplar o panorama
Eu: esfrega a cona
Rita passou os dedos pela cona, começou a dançar com o corpo, desafiava-me olhando para mim por cima do ombro, avancei, encostei-me a ela, roçando o caralho na cona, afastei, e voltei a roçar, dei uma valente palmada na peida, que a fez levantar a cabeça, agarrei-a pela cintura, coloquei-me de joelhos, soltei a minha língua para
massajar aquela cona
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Ela empinou logo o rabo, com as minhas mãos no rabo abria para ficar tudo à vista, cu cona, lambia os lábios da cona, enfiava a língua dentro, voltava a lamber, depois passei a lamber o cu, Rita suspirava, voltava para a cona e ia alternado, ela ia gemendo, ela já empurrava a minha cabeça contra o corpo dela, passou a gemer alto, a contorcer-se com o corpo, o cheiro já era de grande excitação, junto com o suor, quando percebi que ela estava a atingir o orgasmo eu parei de propósito
Dei a volta e apresentei o caralho para ela mamar, que estava com tesão, mas não em ponta, aproveitei a posição dela, ainda de 4 no sota, para dar umas valentes palmadas, enquanto era mamado
Rita estava uma puta de primeira, faltava o exame final, que eu tinha aprendido com as putas brasileiras, frequentes nos jantares de negócios, virei o rabo para ela, enfiei a cara dela no meu cu
Eu: lambe minha puta
Eu já lambia o cu da rita muitas vezes, mas ela a mim nunca, com as mãos afastou as bimbas e lambeu, senti logo a língua nas entranhas, isso deu-me muita tesão, já estava em ponta, por isso voltei para trás da rita, agarrei-a pela cintura, duas palmadas, que ecoaram na sala, e enfiei o caralho na cona dela, totalmente encharcada, uma estocada forte, ela gemeu alto, voltei ao ritmo lento alternado com fortes bombadas
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Esporrei-me todo na cona, senti que ela também se tinha vindo, deu mais umas investidas, depois tirei, vinha ainda teso, todo babado, um cocktail, que também já escorria pelas pernas dela
Rita voltou-se no sofá, ficando sentada, eu de pé, com o caralho ainda a pingar, pegai na cabeça dela
Eu: limpa puta, engole tudo
De imediato ela, segurou no caralho, abri-o a boca soltou a língua, e lambeu, enquanto a tensão baixava, de, em ponta passava a mole, suávamos muito nesta altura, enquanto eu me sentei no sofá, rita se levantou em direção há mesa encheu os copos de vinho verde, voltou para junto de mim e ofereceu um copo para brindarmos
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Só mudou as conversas entre nós há noite, passei a pressionar a rita, para fazer um trio, a resposta era sempre a mesma, “és doido, e o que fazes com ele, ainda perdes o trabalho, ganha juízo, etc., etc.,”, eu já nem perguntava se elas se tinham voltado a enrolas as duas
As discussões acabavam sempre, mal, nem sexo com ela, nem plano, e quando queria conversa sobre se tinha voltado as duas a fazer sexo, silencio da rita, voltava-me as costa e dormia, mas não minha cabeça, ficavam os sorrisos delas, as indiretas entre elas, os pequenos toques entre elas, que para mim, já eram sinal de código que só elas sabiam
Numa das discussões perguntei se a rita lhe tinha dito que eu sabia, a resposta com uma cara de espanto “achas”
O calendário avançava para os últimos 4 dias, e nada de sexo com a patroa, nem quase com a rita, quinta, no café de praia o meu patrão costumava telefonava para lisboa, falava com a empregada do escritório, para saber, se estava tudo bem, quando voltou para a esplanada onde eu ficavam a beber, relata que tem um problema com as finanças/empresa, que vai que regressar mais cedo, regressamos a casa, para almoçar, junto das respetivas mulheres
O almoço a conversa era como seria o regresso a Lisboa, havia dois carros, o deles e o nosso, e foi da iniciativa dele o pedido de levarmos a mulher de regresso, ele seguia de imediato, para ter a sexta, para trabalhar, a suzete ficou agastada com a partida, mas aceitou, já a rita tinha uma expressão, de pena pela partida e de olhar para mim cuidado vê-la o que fazes, só tinha um pensamento
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Final de tarde já não só eu fui, há praia, elas ficaram em casa, para se arranjarem, para sairmos há noite, jantamos num restaurante, e fomos há um bar. No quarto os dois, levei logo o aviso, para não fazer nada de maluco
Sexta tentamos a normalidade, praia final da manha, só eu acordei cedo, os três na praia elas saíram como habitual mais cedo para casa, eu esperei uns 15 minutos e segui para casa, onde queria encontrar as duas juntas, esperava que a rita colaborasse, o medo dela era por ela ser patroa e eu poder ser despedido, claro que eu nem queria saber disso. Como as chaves de casa podia entrar sem bater
Mal entrei ouvi risos, mas vinham da cozinha as senhoras estavam de duche tomado, mas a fazer o almoço, sorrisos delas, oferecera-me uma garrafa de vinho para abrir e servi-las
Há noite no quarto, perguntei, porquê não tinham feito sexo, respondeu que eu devia ter juízo e não estragar o emprego, vindo da rita, que só fazia merda no trabalho por causa do vício do jogo, estávamos bem um para o outro, se não for amanha com as duas, tento sozinho com ela.
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Sábado, acordei só a pensar no menagé, já tinha feito vários trios, mas todos com gajas pagas, fui há praia, seguindo o ritual, voltei ao ataque, casa, surpresa, as duas na cozinha.
Rita: ainda bem que já chegas-te, assim ajudas, vai ao frigorífico e abre um vinho para nós
Só podia estas a gozar comigo, ou seria o vinho, para início de programa, percebi durante e após o almoço que não, sempre que dava uma conversa mais picante, a Rita cortava no tema, até que a suzete decide sair para visitar umas amigas e diz-nos para encontrarmo-nos há noite no restaurante, ficamos só eu e a rita o resto da tarde. A discussão começou mal ouvimos o carro a sair.
Mas a Rita tinha outros planos, como sabia o que ia na minha cabeça, sentou- no sofá de copo na mão, estava de vestido de praia sem nada por baixo, levantou uma perna assentando o pé no sofá, fiquei a ver a cona:
Rita: para queres a puta da suzete, não te chego eu
Claro que queria era um trio. Bebi um golo de vinho
Rita: estou aqui porque não me fodes? Podes foder comigo e pensar na suzete
Nesta altura a ver a cona da rita, o olhar de puta vadia dela, o desafio para uma foda louca, já estava cheio de tesão, o trio tinha ido à vida, e a suzete com ele
Rita: anda porco, fode-me como fodes as tuas putas
Ela com mulher sabia, sem nunca dizer, das noites de negócios que tinha ate tarde, a proposta não ia passar sem resposta, tirei os calções e avancei direto há cara dela de caralho teso, agarrei no cabelo, e preguei-lhe um grande linguado com sabor a vinho verde, segura pelos cabelos depois apontei a boca da rita em direção ao caralho, ela soltou logo a língua para lamber
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De imediato veio o engasgo, pois eu tinha empurra a cabeça e espetado todo na boca, passei a ser mais suave, mas estava com tesão demais, rita continuava a chupar maravilhosamente bem, com a ponta da língua na cabeça do caralho, seguida duma lambidela debaixo para cima e terminava engolindo o máximo que podia, e voltava e voltava e voltava, para me aliviar pois não queria esporrar depressa, voltei a beija-la, e voltei a mandar, nos olhos dela
Eu: chupa-me os colhões, grande puta
Peguei no caralho e dei as bolas, lambeu logo, esfreguei o caralho na cara
Eu: cospe no caralho, puta
Rita deu uma cuspidela ligeira
Eu: quero uma cuspidela há porca
Ela voltou a cuspir, desta vez com mais saliva, voltei a enfiar-lhe o caralho na boca. Mas desta vez com a intensão de fode-la na boca, agarrei a cabeça com as duas mãos e passei a fazer um entra e sai, mandei que a língua de fora para a saliva começar a babar o caralho e sair pelos cantos da boca, eu já estava no modo putaria, a baba já estava a escorrer pelo queixo, pescoço, parei
Comecei a virar a rita de 4 no sofá, ela aproveito para se limpar a cara com o vestido, ela de cu espetado, pernas abertas, eu de pé uns 3, 4 passos atrás em pé a contemplar o panorama
Eu: esfrega a cona
Rita passou os dedos pela cona, começou a dançar com o corpo, desafiava-me olhando para mim por cima do ombro, avancei, encostei-me a ela, roçando o caralho na cona, afastei, e voltei a roçar, dei uma valente palmada na peida, que a fez levantar a cabeça, agarrei-a pela cintura, coloquei-me de joelhos, soltei a minha língua para
massajar aquela cona
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Dei a volta e apresentei o caralho para ela mamar, que estava com tesão, mas não em ponta, aproveitei a posição dela, ainda de 4 no sota, para dar umas valentes palmadas, enquanto era mamado
Rita estava uma puta de primeira, faltava o exame final, que eu tinha aprendido com as putas brasileiras, frequentes nos jantares de negócios, virei o rabo para ela, enfiei a cara dela no meu cu
Eu: lambe minha puta
Eu já lambia o cu da rita muitas vezes, mas ela a mim nunca, com as mãos afastou as bimbas e lambeu, senti logo a língua nas entranhas, isso deu-me muita tesão, já estava em ponta, por isso voltei para trás da rita, agarrei-a pela cintura, duas palmadas, que ecoaram na sala, e enfiei o caralho na cona dela, totalmente encharcada, uma estocada forte, ela gemeu alto, voltei ao ritmo lento alternado com fortes bombadas
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Rita voltou-se no sofá, ficando sentada, eu de pé, com o caralho ainda a pingar, pegai na cabeça dela
Eu: limpa puta, engole tudo
De imediato ela, segurou no caralho, abri-o a boca soltou a língua, e lambeu, enquanto a tensão baixava, de, em ponta passava a mole, suávamos muito nesta altura, enquanto eu me sentei no sofá, rita se levantou em direção há mesa encheu os copos de vinho verde, voltou para junto de mim e ofereceu um copo para brindarmos
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5年前