Fantasia com a Ivone

Conheci uma amiga, a Ivone, através de uma dessas milhares de redes sociais que existem na internet. A principio o que me fez adicioná-la à minha pagina de amigos foi, sem duvida alguma, a coincidência nos gostos musicais.
Durante alguns meses fomos trocando mensagens, até que um dia pedi-lhe o MSN e passámos a ter um contacto mais próximo. Encontrámos uma séria de afinidades que, com as nossas várias conversas foram ficando evidentes, além de nos aproximarmos mais a cada dia. Posso, seguramente dizer, que nos tornámos praticamente confidentes.
Confesso que cada dia que passava, ficava mais e mais agradado com a sua companhia, com as n/ conversas, com a cumplicidade que estávamos adquirindo, e, apesar da distância, e apesar de nunca nos termos aprofundado em conversas mais íntimas, começamos a ser mais carinhosos um com o outro.
Ela é uma loiraça, bem alta, olhos penetrantes, sorriso fácil, e com um corpo, que pude ver pelas fotos, muito bonito.
Arrisco falar pelos dois, dizendo que temos vontade em nos conhecermos pessoalmente, embora ainda não tivéssemos essa oportunidade, já que temos um oceano pelo meio ... coisa pouca portanto ... Há pouco tempo, tivémoss finalmente um par de conversa mais intimas, falámos das nossas vontades, dos nossos desejos, dos nosos gostos, passando a haver uma cumplicidade mais explicita. Então a Ivone lançou-me um desafio ... escrever uma fantasia, a principio não liguei muito mas depois senti aquilo como um desafio, e a um desafio nunca se vira as costas ... eu não viro !
Ora vamos então pôr a imaginação a funcionar ...
No decorrer deste ultimo mês de Fevereiro, devido a novas opotunidades de negócios, a minha empresa comunicou-me que teria que viajar para o Rio. O meu contacto no Brasil seria uma advogada, que me poria a par da legislação do país, bem como me apresentaria a outros empresários que conhece devido ao seu percurso profissional.
Tratei de todos os documentos e eis-me no avião a caminho da tão cantada "cidade maravilhosa" ... aterrei, apanhei um taxi, e fui para o hotel.
Durante o check-in havia mais algumas pessoas na recepção do hotel e enquanto eu preenchia a minha ficha vejo o recepcionista entregar a chave de um quarto a uma pessoa próxima, chamando-a Drª, o que me despertou a curiosidade em olhar na sua direção. Notei então que algo tinha caido da sua mala. Baixei-me e reparei que era o seu Bilhete de Identidade que estava caido ... discretamente li o primeiro nome .... era a Ivone, o meu contacto no Brasil, apanhei-o e dirigindo-me a ela disse ... Peço desculpa por interromper mas creio a Srª deixou cair isto ... ela agradeceu, comentando que nem tinha dado por nada e que sem duvida lhe faria muita falta se o perdesse. Aproveitei a deixa e decidi meter conversa, fingindo que não sabia quem ela era ...
- Nem quero pensar se por acaso perco o meu Passaporte ... disse eu ... venho de Portugal, nem quero imaginar todo o trabalho que teria para pedir outro ... acrescentei ... A Ivone olhou para mim e sorriu ... O Sr é português ? ... Sou sim - respondi - estou aqui em trabalho para explorar novas oportunidades de negocios, acrescentei ... Meu Deus, como o mundo é pequeno, creio que sou o seu contacto, disse-me a Ivone e estendeu-me a mão ... é um prazer conhecê-la Drª - disse eu ... de facto pensava perguntar por si aqui, na recepção, acrescentei ... calculo que sim, atalhou a Ivone ... prazer também em o conhecer, Ivone Bumussi. Feitas as apresentações, disse-me que precisava de subir ao quarto e assim fizémos. Despedimo-nos com um breve "até já".
Após me instalar e descansar um pouco, tomei um banho, vesti uma roupa confortável e desci, dirigindo-me a um dos restaurantes que existem perto do hotel. Sentei-me numa mesa de canto, fiz o pedido e, enquanto aguardava, ia observando as pessoas à minha volta, quando por acaso vejo, do outro lado a Ivone. Reparei então que estava com um grupo de amigos, mas o pessoal que estava com ela parecia já de saída, pois ainda queriam aproveitar o lindo fim de tarde, pelo que fiquei a saber depois.
A Ivone saiu com eles e imaginei que tivesse ido embora, mas alguns minutos depois voltou sozinha, vindo na direcção da minha mesa. Levantei-me para a receber e cumprimentamo-nos, com dois beijos no rosto.
Falávamos ao mesmo tempo, impressionados com a coincidência das n/ opiniões, sorrindo por qualquer coisa. As nossas mãos, timidamente tocavam-se, até que na pequena pista de dança alguns casais já ensaiavam os primeiros passos de dança. A determinada altura ela disse que adorava dançar. Levantei-me e levei a Ivone até à pista de dança, onde começámos a dançar. No fim da primeira musica já estávamos dançando coladinhos um ao outro.
A Ivone acariciava a minha nuca e pescoço com os seu dedos, enquanto eu procurava acariciar as suas costas e sentir o seu delicioso perfume. Com uma mão apertava a sua cintura e com a outra, subi pelas costas ate chegar ao seu pescoço, por baixo dos cabelos, acariciando e puxando a sua boca na direção da minha.
Toquei os seus lábios lentamente, esperando um sinal de aprovação. Depois outro e mais outro beijo, até os nossos beijos se tornarem mais deliciosos. Parámos de dançar e seguimos, de mãos dadas, até à mesa que, por sorte, ficava no canto menos iluminado.
Não era preciso dizer mais nada, os nossos sentimentos estavam claros, tínhamos que sair dali ... Regressámos ao hotel, a Ivone entrou primeiro, pediu a chave do quarto e esperou perto do elevador. Peguei na minha chave e subimos juntos. Arrastei-a pela mão, abri a porta do meu quarto e fechei-a logo de seguida.
Com nossas bocas coladas fomos na direcção da cama e positivamente atirámo-nos. Virei a Ivone de costas pra mim, e comecei a beijar-lhe as costas dando pequenas dentadas, deixando a sua pele arrepiada. Ela escapou da posição em que estava, deitando-se sobre o meu corpo, beijando-me de uma forma muito sensual. Foi descendo com a sua boca, abrindo a minha camisa ... beijando-me os mamilos ... a barriga ... parando aqui e ali e fitando-me com seus lindos olhos. Soltou-me o cinto das calças, abriu lentamente o fecho. Olhou para o volume que as minhas cuecas apresentavam, enquanto passava a língua nos lábios e depois mordendo, deixando-me com um tesão louco. Então, puxou-me as calças para baixo e quando eu quis fazer algum movimento para ir na sua direcção, fui impedido. A Ivone pôs-se de pé sobre a cama como que dançando, mesmo sem musica, de uma forma sensual ... provocativa. Enquanto dançava, deslizava as mãos pelos seu pescoço ... seios ... cintura, deixando-me cada vez mais excitado. Não aguentei e mesmo com uma nega, levantei-me e encostei-me nas suas costas, ao que a Ivone respondeu, **********-se ao meu corpo, virou o rosto oferecendo-me os lábios, que comecei a beijar. As minhas mãos estavam coladas na sua cintura, ********** o seu rabo sobre as minhas cuecas.
Fui subindo com as mãos, por baixo da blusa, passando pela barriga, até chegar aos seus seios. À medida que avançava e lhe acariciava os seios, os nossos beijos ficavam mais intensos. Tirei-lhe a blusa por cima da cabeça, deixando-lhe os seios livres para serem acariciados. Prendi-lhe os mamilos entre os dedos e puxei suavemente .... ela gemia com prazer ... desci um mão até às suas calças, abrindo-lhe o fecho e deslizando a minha mão sobre a calcinha. Senti então uma mão acariciando-me o pénis duro, apertando-o ... até chegar às bolas.
Desci-lhe as calças, deixando-a somente de fio dental, naquele corpo lindo. A Ivone ajoelhou-se entre as minhas pernas e começou a beijar-me o penis até o começar a libertar da sua prisão. Depois começou a lambê-lo em toda a extensão, passando a língua por todo ele, pra depois o pôr todo na boca ... engolindo-o ... pondo e tirando, dando-me chupadelas maravilhosas .... a sensação de prazer era indiscritivel ... a sua boca era quente, macia, sentia-me estremecer de prazer a cada mamada sua. Ela fitava-me enquanto chupava e o tesão, o prazer que eu tinha estampado no rosto, aumantavam ainda mais a sua vontade em me chupar. Confesso que tenho enorme prazer em ser chupado, mas também confesso não tenho menos prazer em ver e sentir o tesão da parceira em me chupar ... no fundo os 2 prazeres fundem-se num unico. A Ivone foi-me empurrando de forma que eu me deitasse na cama e continuava torturando-me, quase que me levando ao orgasmo ... Segurei-lhe nos cabelos, vendo o brilho de desejo nos seus olhos, e fi-la deitar-se ... agora era a minha vez ...
Entrei no meio das suas pernas e levei a minha boca até aos seus seios. Lambi-lhe os biquinhos, passando a língua em volta, enquanto o meu pau roçaca a sua calcinha, próximo da vagina.
Suguei os seios, deixando os mamilos durinhos, desci a minha boca ate à sua calcinha ... beijei a calcinha, descendo pelo seu ventre ate perto das suas coxas, onde fiz questão de dar pequenas dentadinhas. Podia sentir o calor que exalava de sua vagina. Levei a boca até ela, afastei a calcinha, e passei lentamente a língua, sentindo o seu gosto, e todo o tesão que saía dali. Fui chupando e a cada lambidela a Ivone dava um gemido ... então deitei-me de lado, deixando o penis ao alcance da sua boca ... meti a língua na sua rachinha e comecei a penetrá-la com a língua, com movimentos lentos e fundos e de cada vez que lhe metia a língua, a sua mamada no meu pau ficava mais vigorosa ... literalmente a Ivone montou-se no meu corpo num clássico 69, deixando a coninha livre para os meus carinhos, enquanto ela se deliciava com o meu pau na boca.
Nessa posição a minha língua começou a trabalhar bem próximo do seu cuzinho e, sempre que passava por ali, os seus pelinhos ficavam eriçados e eu notava que ela aumentava o ritmo das mamadas.
Concentrei-me no seu clit, prendendo-o entre os lábios e lambendo de forma rápida e vigorosa, enquanto com um dedo tocando dentro de sua rachinha, indo e vindo, aproveitando toda a lubrificação.
A Ivone parou de chupar, e começou a rebolar na minha boca ... intensifiquei os movimentos e ela foi gemendo:
-Isso ... chupa, chupa-me com força, tou a vir-me, chupa ... , ai , ai, ai, venho-me venho-me ......
A Ivone veio-se enquanto seu corpo tinha pequenos espasmos como se uma corrente eléctrica a tivesse atingido. Mas mesmo assim eu não parava de a chupar, a minha lingua estava melada com o liquido dela, as suas nadegas rebolavam cadenciadas, como que pedindo para que eu continuasse com as minhas caricias. Afastei as nadegas da Ivone e vislumbrei o seu cuzinho, passei a língua nele e ela gemeu alto, quase urrando, então chupei-lhe o cuzinho deixando-a doida ...
Enquanto curtia as caricias da minha língua no seu rabo, ia-me batendo uma punheta muito saborosa. Então, saí de debaixo dela, e pu-la de 4 na cama, encostei o pau na sua rachinha e logo ela rebolou pra tras, tentando engolir o meu pau com a coninha. Fui metendo ... a Ivone parou e com metade do pau metido na sua racha, rebolou ... e de cada vez que rebolava forçava um pouco do corpo pra trás, engolindo mais um pedaço do meu pénis, ate ele desaparecer por completo dentro dela.
-Anda ... come-me com força, faz-me vir ... dizia a Ivone, enquanto eu tirava e metia.
Os nossos corpos estavam colados, os nossos cheiros misturavam-se com o cheiro de sexo que impregnava o quarto. Segurei-lhe nos cabelos, puxando como se fossem rédeas, enquanto sentia s sua racha apertar-me o penis. De imdiato ela rebolou mais forte e veio-se novamente, fazendo o seu mel escorrer pelas suas coxas e o seu corpo desabar na cama, ainda com o meu pau dentro dela.
Parecíamos dois animais no cio ... da forma como caímos continuei metendo e tirando mas mais calmo e de forma cadenciada ... beijava-lhe as costas e mordia ao mesmo tempo. Virámo-nos como que de lado ... levei a minha mão ate ao seu grelinho e ao mesmo tempo que lhe metia o pau ate ao fundo, tocava com os dedos no seu clit, ela rebolava no meu pau. De repente a Ivone afastou-se do meu corpo, e pôs-se em cima ... como uma amazona. O seu corpo subia e descia de forma que a penetração era completa, profunda ... as suas mãos apoiavam-se no meu peito e seus dedos apertavam-me. Acariciava-lhe os seios ... apertava-os ... enquanto sentia o pau sendo engolido .... estava quase a vir-me ... e ela gemia como se também estivesse perto de se vir.
- Hummmm ... estou-me a vir, não aguento muito mais ... disse eu
-Vir coisa nenhuma meu malvado !! Nem te atrevas .... espera mais um pouco que eu tou quase ... quero-me vir outra vez .... ohhhhh que delicia ... aiiiii ... vou-me vir outra vez ... vem-te comigo ... VEEEEEEEEEENHO-ME ... ÓÓÓÓÓ ... hummmmmmmmm
Sem aguentar mais vim-me com ela, enchendo aquela rachinha de leite, enquanto o corpo dela tremia todo até desabar sobre o meu ... ficamos na cama coladinhos, curtindo os nossos beijos e caricias, até irmos tomar um banho juntos ...
発行者 aguia60
5年前
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