O complexo da cobiça: a lavadeira

Segundo capítulo: a lavadeira

Baseado em uma história real.

Diego terminou de beber o café e logo em seguida acendeu um cigarro.
– Meu irmão! Esse cigarro ainda vai te matar! – disse eu, ligando um ventilador para espalhar a fumaça.
– Mas antes dele me matar eu apago ele! – retrucou Diego, fazendo uma pose debochada, que mais parecia um icônico personagem histórico comunista latino-americano.

– Muito bem Riquelme! Você se lembra que os irmãos Hugo e Victor "inventaram" um jogo de futebol à meia-noite, no campo da chácara do pai deles, às sextas, depois da faculdade?
– Claro! Todos nós achávamos que iria ser um verdadeiro fiasco, mas foi o maior sucesso! Também, depois do jogo eles davam uma baita festa, com música, mulheres e bebidas "por conta do cão". Um certo dia até o professor de Ciência Política compareceu.
– Nessa época eu ainda morava num sobrado da Rua 13 de maio, em Monte Alto. Desse sobrado eu costumava ver na casa da esquina uma linda e gorda mulher, que às vezes inadvertidamente tomava banho nua num enorme quintal em formato retangular. O nome dela era Dona Nadir, mas todos na rua a chamavam de Dona Naná. Menos eu. Gosto de "olhar para frente". Você entende não é? E simplesmente a chamava de Nadir. "Dona Nadir" soava como velha e "Naná" era muito ******. E, acredite meu velho! De velha e inocente ela não tinha nada!
– Caraca Diego! É por isso que seu apelido em Monte Alto sempre foi "o caçador"! Você atira em tudo que se mexe e depois ainda leva para casa meu irmão! – cutuquei sorrindo.
– Ah meu caro! As pessoas falam demais. A fama não corresponde à realidade. Mas já que tocou nesse assunto. Sabe, acho que essa foi minha atitude mais acertada nesse jogo de prazer.
Diego apagou o cigarro e se concentrou na sua narrativa.







削除済み





– Enfim, meu amigo! A pele dessa mulher chegava a "cegar", de tão alva que era. Do meu sobrado eu via toda a movimentação dela pelo quintal. Na maior parte do tempo lavando e estendendo roupas. Dava para notar que ela era cheia de estrias. Mas esse detalhe só aumentava meu tesão. Além disso, tinha pernas grossas, barriga um tanto saliente, seios enormes, cabelos ruivos à altura dos ombros, cerca de 1,80/1,85 de altura e um sorriso muito, muito sugestivo.
– Sei... sugestivo! – enfatizei examinando as expressões de tarado de Diego.
– Continue caçador!

– Numa dessas sextas de futebol na chácara eu quase não joguei, pois fiquei conversando no bar com o Tico e o Beto. Tentávamos convidar umas meninas do curso de Enfermagem para ir à festa. Bem, o fato é que Nadir e eu quase sempre trocávamos olhares maliciosos quando eu saía para a faculdade e ela vinha deixar umas roupas na casa da Dona Cândida, nossa vizinha do lado direito.
– Espera um minuto Diego! Então você já flertava com essa senhora há um certo tempo! – interrompi para compreender melhor.
– Sim! Claro!
– Puxa Diego, você não perde tempo!
– Nesse mesmo dia cheguei em casa mais cedo do que normalmente chegava do jogo: uma da mad**gada. Tomei banho e já me preparava para voltar para a festa na chácara quando ouvi um barulho de água caindo. Corri para a sacada do sobrado apenas de sunga. Era Nadir lavando roupas.

– Nadir cumpria um estranho ritual. – pontuou Diego com uma expressão de mistério e incompreensão.
– Bem eu imagino que como muitas lavadeiras ela lavava roupa até tarde? – perguntei já muito curioso, levando uma das minhas mãos ao queixo.
– Exatamente! No entanto, não era só isso. Por algum tempo pensei haver algo de macabro nesse comportamento. Mas creio que foi apenas uma divagação minha. Pois bem, você sabe que a rua que eu morava em Monte Alto não tem saída até hoje. À noite é um verdadeiro deserto. Em geral, lá pelas duas ou três da mad**gada Nadir cumpria esse excêntrico ritual. Ela tirava a calcinha ainda no quintal, fazia questão de ficar toda molhada, abria o barulhento portal e ficava dez ou quinze minutos na calçada. Não sei como ela conseguia, pois fazia um frio de rachar de mad**gada. Outro detalhe é que ela sempre lavava roupa com um vestido branco ou qualquer outra cor clara. Eu observava excitado e com muita atenção tudo aquilo.
– Não me diga que...
– Calma! Não seja impaciente meu amigo! – Diego conteve minha curiosidade, levantando o dedo indicador.

– Foi então que tive a ideia de simular uma coincidência. Vesti um short curto, uma camiseta branca, fui até a esquina que ficava em frente à casa dela e acendi um cigarro. Não demorou muito e o velho e barulhento portão se abriu. Nadir saiu arrumando e prendendo os cabelos com um pente. No escuro, viu apenas o brilho do meu cigarro e ficou um tanto desconfiada. Abaixou um pouco a cabeça e ligeiramente viu minha silhueta no escuro.
– Boa noite meu filho! Tudo bem? – disse ela num tom maternal, mas logo puxando "um pouco demais o vestido" e torcendo-o para tirar o excesso de água.
– Ah, meu caro! Não pude deixar de notar o generoso volume por entre as pernas de Nadir. Ela tinha axilas rigorosamente depiladas. Já sua boceta era tão peluda que embaixo do vestido branco se via a sombra do pelos. Eu fiquei maluco! A única frase que vinha à minha cabeça era: eu quero ter essa mulher na cama.
– Boa noite meu doce! Ainda trabalhando? – perguntei logo apagando o cigarro.
– Meu amigo! Você é uma caipora! – exprimi em tom jocoso.
– Ah, para com isso seu brincalhão! Pois bem! Ela disse que estava trabalhando muito e em breve pretendia passar uns dias na casa do pai, no interior, para descansar um pouco. Há mais de doze anos era viúva. Nem por isso deixava de ser muito vaidosa e ter seus "lances". Eu mesmo já flagrei ela duas ou três vezes levando o vigia do bairro para a casa dela.
– Minha nossa Diego! Acabei de estender toda roupa agora pouco. – Nadir afirmou apontando para o fundo do quintal.

– Assim, pensei rapidamente: tenho que criar uma situação para que ela me convide a entrar.
– Nadir vou passar um café e volto logo.
– Não! – disse ela estendendo os flácidos, mas delicados braços oblongos. Como se quisesse mesmo me conter.
– Eu passo um café rapidinho para nós! Vai ajudar a espantar o frio! – disse sorrindo para mim.
– Nadir você deve estar cansada! Não quero incomodar!
– Você nunca incomoda meu menino. Assim aproveita e conhece minha humilde casa. – falou, porém, sem aquela entonação maternal de outrora.

– Meu irmão! Daí em diante se desenrolaria o sexo mais gostoso e exótico que eu tive com uma mulher! Só de fechar os olhos e pensar, parece que estou vendo ela aqui, agora, no meio da sala! Sua casa era simples. No entanto, impecavelmente limpa e aconchegante.
– Sei... aconchegante devia ser a farta boceta dela! – brinquei propositadamente na intenção de fazer Diego se perder na narrativa.
– Nadir me mostrou rapidamente a despensa organizada, a charmosa cozinha, passou pelo seu quarto tentando sem êxito aparentar esquecer esse detalhe, me mostrou uma sala enorme e o quarto de hóspedes. A casa era daquele típico estilo em que todos os cômodos possuem uma porta para um corredor exterior que vai dar no quintal. Quando voltamos ela disse:
– Meu menino fique aqui no meu quarto que vou preparar o café. Me pegou pela mão e me sentou numa das duas grandes poltronas que ficavam viradas uma para outra, logo depois da enorme cama de casal, ladeada por um guarda-roupa cor de marfim. Nessa altura meu membro já estava completamente pronto para o combate.
– Prontinho meu menino! Está aqui o café!
– Esse "menino" já denunciava um certo erotismo. O modo como falava! Curioso!
– E depois!? – coloquei eu com impaciência.
– Calma! Já devia ser umas duas horas da mad**gada. Antes mesmo de descer do sobrado em direção à esquina, desliguei o celular temendo alguém da galera da chácara me ligar.

– Nadir veio e se sentou de frente para mim com as pernas bem abertas na outra enorme poltrona, manifestando um falso descuido. Dali em diante eu vi a maior boceta da minha vida. As estrias desciam da barriga e passavam pela boceta em todas as direções, como se os desenhos corpóreos formassem uma teia de aranha. O excesso de pelos negros muito crespos, contrastando com a pele branca só me deixava ainda mais excitado. Nadir também viu o volume entre minhas pernas e ligeiramente corria o olho sobre meu short. Terminei de tomar o café. Ela se levantou e disse que iria pegar um vestido seco. Nesse momento eu também levantei, fiquei entre a cama e o guarda-roupa. Pus uma das minhas mãos na sua cintura e outra na ponto do seu queixo. Tirei o vestido e a beijei completamente nua. Meu irmão e estava sem cueca e apenas meu short separava a boceta dela do meu cacete. Foi um beijo demorado, um abraço apertado. Então, a campainha tocou...

Continua...
発行者 alonso_rique
5年前
コメント数
xHamsterは 成人専用のウェブサイトです!

xHamster で利用できるコンテンツの中には、ポルノ映像が含まれる場合があります。

xHamsterは18歳以上またはお住まいの管轄区域の法定年齢いずれかの年齢が高い方に利用を限定しています。

私たちの中核的目標の1つである、保護者の方が未成年によるxHamsterへのアクセスを制限できるよう、xHamsterはRTA (成人限定)コードに完全に準拠しています。つまり、簡単なペアレンタルコントロールツールで、サイトへのアクセスを防ぐことができるということです。保護者の方が、未成年によるオンライン上の不適切なコンテンツ、特に年齢制限のあるコンテンツへのアクセスを防御することは、必要かつ大事なことです。

未成年がいる家庭や未成年を監督している方は、パソコンのハードウェアとデバイス設定、ソフトウェアダウンロード、またはISPフィルタリングサービスを含む基礎的なペアレンタルコントロールを活用し、未成年が不適切なコンテンツにアクセスするのを防いでください。

운영자와 1:1 채팅