A MINHA QUARENTENA
No início do ano recebi uma proposta de trabalho para assumir um cargo em outra cidade, com salário melhor e boas condições fiquei muito excitada com a possibilidade, é o mesmo município que fiz a minha faculdade e como já relatei em contos anteriores foram os melhores e mais intensos anos da minha vida (e os que mais aprontei também). Além
de evoluir profissionalmente claro que pensei desde o começo nas baladas e tudo o que essa nova experiência de vida poderia me proporcionar, uma vez que a minha cidade de origem é bem pequena, absolutamente pacata e com muito pouco o que fazer.
Embora eu seja muito ligada ao convívio da minha família aceitei e poucos dias depois da proposta já estava eu de casa nova morando sozinha, porém infelizmente poucos dias depois chegou a maldita pandemia do COVID-19 e freou o meus planos tirando de mim todas essas possibilidades de aproveitar o agito da cidade me deixando restrita somente ao trabalho (que não foi interrompido) e a casa nova.
Vivi dias terríveis de solidão e o universo começou a querer me testar. Meus vizinhos do lado direito são recém casados, acho que demoraram a perceber que havia gente morando na casa ao lado, escutei com certa frequência ruídos a noite que certamente eram eles fazendo sexo e já no segundo domingo no meu novo endereço estava eu recolhendo as roupas do varal quando escutei uma conversa que não me recordo exatamente mas era bem insinuante, eles transaram nos fundos do quintal e eu em silêncio acompanhei tudo, sem conseguir ver nada (infelizmente) pois embora o muro não seja muito alto eu não tinha como ****** mas pude acompanhar de início a conversas provocante e logo depois ela começou a chupando o maridinho, pelo som era nítido e a cena se fantasiava em minha mente, depois de alguns minutos ouvi ela perguntando se ele queria gozar na boca dela ou come-la (ele nem respondeu), depois de um breve silêncio um gemido forte surgiu, imagino que ele enterrou o pau de uma vez nela.
Meteu forte, devagar, forte de novo, sons de tapas na bunda, ela sussurrava algo que eu não compreendia e nitidamente gozou, em seguida escutei dele dizer um "agora sim eu quero na boca, vem!" ela foi e ele gozou. Eu ali do outro lado do muro estava completamente excitada com a mão por dentro do short me masturbava com um misto de curiosidade (até então eu não os conhecia), um certo nervosismo com medo de que eles notassem a minha presença e interrompesse a festinha, além de muito, mas muito tesão, fiquei com receio de gozar ali e não segurar os gemidos e assim que eles terminaram eu fui pro sofá, o meu tesão era tão intenso que eu tive uma certa dificuldade pra gozar pois eu queria mesmo era um homem fazendo o mesmo comigo mas gozei, ali no sofá de quatro,
com a janela aberta e o sol da tarde batendo no meu corpo, eu abafava meus gemidos na almofada com medo de exagerar e assim como ouvi, ser ouvida.
No dia seguinte, no trabalho saí para almoçar com a Thabata, ela tem 21 anos e também recém contratada tivemos de cara uma boa afinidade, por eu ser mais velha ela passou rapidamente a confiar em me contar algumas
intimidades, é uma menina muito bonita e de corpo atraente porém ainda sem muita malícia de vida. Noiva de um rapaz ainda mais novo que ela que mora em outra cidade, Thabata esta dividindo o aluguel com uma amiga e
me contou que havia se masturbado a tarde do domingo inteira escutando a amiga com o qual divide o apto trancada no quarto com um "ficante", quase disse que tivemos uma tarde em comum mas fiquei somente a entrevistando. De uma maneira até ingênua me abriu detalhes da sua tarde de domingo e até mesmo da sua relação com o noivo e com o ex, me chamou a atenção ela contar que tinha um presente que havia ganhado do ex e que ela usava frequentemente sozinha e com o atual, um vibrador.
Aquilo me deixou excitada ali na mesa almoçando, sempre quis ter um mas morando com meus pais era impossível e quem sabe aquele não seria o momento?
Comentei que pensava em ter um e ela me encorajou, fez mil propagandas e me deu dicas demonstrando conhecimento no assunto e se empolgou a ponto de contar que chegou até a "comer" o noivo imaginando que era o pau do ex comendo o atual e aquilo a excitou loucamente, é a sua fantasia secreta. Eu sai daquele almoço decidida a ter um, já sabia exatamente o modelo que eu queria, pela internet já havia pesquisado muito e como esse dia sairíamos mais cedo do serviço estava pronta a ir pra casa encomendar o meu presentinho.
Ao entrar em casa escutei um som de gemidos, desproporcionalmente altos, novamente vindos do mesmo vizinho mas dessa vez era som de TV com o tradicional "fuck me" e "ow yes" de filme pornô americano, obviamente
direcionei a minha atenção e minutos depois ouvi um gemido se intensificando até gritar, era o maridinho gozando na punheta enquanto a mulher não chegava do trabalho.
Me desesperei imaginando quanto tempo eu suportaria isso tudo, sem sexo, sem perspectiva de ter uma relação uma vez que o meu único "P.A." mora em São Paulo e não poderia vir por causa da Pandemia.
Entrei no site de uma Sex shop e me masturbei só de desejo de ter todos aqueles brinquedinhos ali comigo e lembrando de tudo que havia ouvido nas últimas 24 Horas, gozei, tomando banho gozei de novo e resolvi ligar pro Rodrigo (nome do meu P.A. quem não leu, leia os contos anteriores) para pedir pra ele me ajudar, disse que naquele mês não conseguiria sair de SP mas que ia se encarregar do presentinho, mostrei o modelo que eu queria e quando foi na sexta-feira ainda pela manhã recebi uma encomenda no trabalho, chegou!
Quanta ansiedade não podia nem abrir pra dar uma olhadinha, não via a hora de ir pra casa. No final do dia mau entrei em casa e comecei a rasgar a caixa, nunca um papelão foi tão difícil de ser vencido e de dentro daquela caixa saiu não só o meu vibrador mas dois, uma calcinha preta, linda e safada além de um frasco de lubrificante, arranquei a roupa desesperadamente e fui pro chuveiro com eles, a emoção era tanta que eu só os admirava enquanto tomava banho, como se fossem dois homens ali me esperando ficar cheirosa pra me comer. Após o banho fomos todos para a cama, eu não sabia como começar, como meu corpo iria reagir, um deles é um pau realístico lindo eu não conseguia tirar os olhos dele, chupei como se fosse de verdade e em seguida introduzi na minha buceta assistindo pelo espelho, eu estava me achando linda e muito sexy ali sentada nele, abria a bunda pra ver ele me comendo, mexia e rebolava enquanto o outro só esperava a vez, o outro é vibratório, peguei e comecei a passa-lo em meu corpo e meu tesão subiu imediatamente, era delicioso ele vibrando no bico dos meus seios, sabia que se o encostasse na minha buceta gozaria imediatamente, eu queria aproveitar mais aquele momento mas não resisti, me massageei mais um pouco e assim que ele tocou o meu clitóris foi impossível segurar a explosão daquele orgasmo, senti como uma bomba atômica entre as minhas pernas que tremeram por um bom tempo sem que eu pudesse as controlar. Nossa, que sensação!
Aquilo me deu vida, me sentia muito bem e querendo mais, embora não podia muito mais do que aquilo pelas restrições da Pandemia então resolvi me vestir sensualmente simplesmente para ir ao supermercado, estava
me sentindo gostosa e queria ser vista assim, vesti minha calcinha nova, um vestidinho curto a máscara e resolvi ir de UBER com a expectativa que viesse um homem atraente me buscar, não com a intenção de transar com ele mas sim de provocá-lo e me sentir desejada. O motorista não era bonito, nem simpático foi de certa forma decepcionante, no supermercado comprei um vinho, uma taça e algumas outras coisinhas, enquanto estava na fila do caixa Rodrigo me ligou pra saber se havia recebido a encomenda eu disse que sim e menti que ainda não havia "testado" pois estava no mercado comprando um vinho para a minha "noite a três" mas prometi que quando estivesse pronta faria uma chamada de vídeo pra retribuir a sua generosidade.
O UBER da volta era mais jovem, bonito e simpático porém casado, tentava olhar por entre as minhas pernas pelo retrovisor a toda hora, já na frente de casa parou o carro do outro lado da rua, acho que para ter mais tempo de olhar pra minha bunda, embora estivessem de máscara foi nessa hora que finalmente conheci visualmente os vizinhos, um bonito casal, ele me acenou de maneira tímida e ela mais ainda. O motorista me ajudou com as compras no porta malas e ficou parado me assistindo atravessar a rua até entrar em casa olhando a minha bunda sem fazer questão de disfarçar.
Na segunda taça de vinho liguei pro Rodrigo, eu estava na sala somente com a calcinha que havia acabado de ganhar e os brinquedinhos ao lado prontos para serem usados e ele atendeu perfeito, saindo do banho ainda só enrolado na toalha que marcava o seu pau já excitado, eu o queria tanto que mau conversamos, incrivelmente desinibida posicionei o celular para ficar com as mãos livres e passei a exibir meu corpo sem nenhum pudor, ele arrancou a toalha e aquele pau delicioso surgiu faminto na câmera do celular, ele posicionou o celular de eu jeito que eu o via inteiro, sentado no sofá se masturbando com aquela cara de safado e me dando ordens, eu obedecia tudo, ou melhor, quase tudo.
Ele já havia gozado uma vez e eu também, eu sabia que uma hora ele pediria isso e já havia me programado, é claro que ele iria querer me ver dando o cuzinho pro pau realístico, então eu fingi que obedeceria, passei o lubrificante no meu cuzinho, me posicionei bem aberta na frente da câmera do jeito que ele pediu, passei ele na minha buceta e quando seria a hora de introduzir eu parei, falei que pra ver ele entrar teria que vir até aqui ver de perto,
ele ficou maluco e até com certa raiva mas vocês devem concordar que foi uma excelente ideia. O resultado disso?
Duas semanas depois ele deu um jeito, se arriscou, dirigiu por quase 1.000 Km e veio, passou 5 dias aqui em casa, me comendo de todas as formas por dezenas de vezes, escutamos juntos os barulhinhos dos vizinhos e fizemos o mesmo; me comeu no quintal e eu pedi pra ele gozar na minha boca plagiando os vizinhos e assim ele fez; acordei ele com os meus gemidos o provocando enquanto brincava com o vibrador; me masturbei na frente dele enquanto ele se masturbava; ele me masturbou com os presentes; meteu o realístico no meu cuzinho comigo sentada com a buceta no pau dele; brincamos de "dois homens em mim" assistindo um pornô do gênero. Matou os seus e os meus desejos momentâneos, me saciou por uns dias e se foi, deixou suas marca e seus presentes, foi intenso, quero mais, mas agora consigo esperar a próxima. E enquanto a pandemia não se vai eu vivo a vida brincando.
de evoluir profissionalmente claro que pensei desde o começo nas baladas e tudo o que essa nova experiência de vida poderia me proporcionar, uma vez que a minha cidade de origem é bem pequena, absolutamente pacata e com muito pouco o que fazer.
Embora eu seja muito ligada ao convívio da minha família aceitei e poucos dias depois da proposta já estava eu de casa nova morando sozinha, porém infelizmente poucos dias depois chegou a maldita pandemia do COVID-19 e freou o meus planos tirando de mim todas essas possibilidades de aproveitar o agito da cidade me deixando restrita somente ao trabalho (que não foi interrompido) e a casa nova.
Vivi dias terríveis de solidão e o universo começou a querer me testar. Meus vizinhos do lado direito são recém casados, acho que demoraram a perceber que havia gente morando na casa ao lado, escutei com certa frequência ruídos a noite que certamente eram eles fazendo sexo e já no segundo domingo no meu novo endereço estava eu recolhendo as roupas do varal quando escutei uma conversa que não me recordo exatamente mas era bem insinuante, eles transaram nos fundos do quintal e eu em silêncio acompanhei tudo, sem conseguir ver nada (infelizmente) pois embora o muro não seja muito alto eu não tinha como ****** mas pude acompanhar de início a conversas provocante e logo depois ela começou a chupando o maridinho, pelo som era nítido e a cena se fantasiava em minha mente, depois de alguns minutos ouvi ela perguntando se ele queria gozar na boca dela ou come-la (ele nem respondeu), depois de um breve silêncio um gemido forte surgiu, imagino que ele enterrou o pau de uma vez nela.
Meteu forte, devagar, forte de novo, sons de tapas na bunda, ela sussurrava algo que eu não compreendia e nitidamente gozou, em seguida escutei dele dizer um "agora sim eu quero na boca, vem!" ela foi e ele gozou. Eu ali do outro lado do muro estava completamente excitada com a mão por dentro do short me masturbava com um misto de curiosidade (até então eu não os conhecia), um certo nervosismo com medo de que eles notassem a minha presença e interrompesse a festinha, além de muito, mas muito tesão, fiquei com receio de gozar ali e não segurar os gemidos e assim que eles terminaram eu fui pro sofá, o meu tesão era tão intenso que eu tive uma certa dificuldade pra gozar pois eu queria mesmo era um homem fazendo o mesmo comigo mas gozei, ali no sofá de quatro,
com a janela aberta e o sol da tarde batendo no meu corpo, eu abafava meus gemidos na almofada com medo de exagerar e assim como ouvi, ser ouvida.
No dia seguinte, no trabalho saí para almoçar com a Thabata, ela tem 21 anos e também recém contratada tivemos de cara uma boa afinidade, por eu ser mais velha ela passou rapidamente a confiar em me contar algumas
intimidades, é uma menina muito bonita e de corpo atraente porém ainda sem muita malícia de vida. Noiva de um rapaz ainda mais novo que ela que mora em outra cidade, Thabata esta dividindo o aluguel com uma amiga e
me contou que havia se masturbado a tarde do domingo inteira escutando a amiga com o qual divide o apto trancada no quarto com um "ficante", quase disse que tivemos uma tarde em comum mas fiquei somente a entrevistando. De uma maneira até ingênua me abriu detalhes da sua tarde de domingo e até mesmo da sua relação com o noivo e com o ex, me chamou a atenção ela contar que tinha um presente que havia ganhado do ex e que ela usava frequentemente sozinha e com o atual, um vibrador.
Aquilo me deixou excitada ali na mesa almoçando, sempre quis ter um mas morando com meus pais era impossível e quem sabe aquele não seria o momento?
Comentei que pensava em ter um e ela me encorajou, fez mil propagandas e me deu dicas demonstrando conhecimento no assunto e se empolgou a ponto de contar que chegou até a "comer" o noivo imaginando que era o pau do ex comendo o atual e aquilo a excitou loucamente, é a sua fantasia secreta. Eu sai daquele almoço decidida a ter um, já sabia exatamente o modelo que eu queria, pela internet já havia pesquisado muito e como esse dia sairíamos mais cedo do serviço estava pronta a ir pra casa encomendar o meu presentinho.
Ao entrar em casa escutei um som de gemidos, desproporcionalmente altos, novamente vindos do mesmo vizinho mas dessa vez era som de TV com o tradicional "fuck me" e "ow yes" de filme pornô americano, obviamente
direcionei a minha atenção e minutos depois ouvi um gemido se intensificando até gritar, era o maridinho gozando na punheta enquanto a mulher não chegava do trabalho.
Me desesperei imaginando quanto tempo eu suportaria isso tudo, sem sexo, sem perspectiva de ter uma relação uma vez que o meu único "P.A." mora em São Paulo e não poderia vir por causa da Pandemia.
Entrei no site de uma Sex shop e me masturbei só de desejo de ter todos aqueles brinquedinhos ali comigo e lembrando de tudo que havia ouvido nas últimas 24 Horas, gozei, tomando banho gozei de novo e resolvi ligar pro Rodrigo (nome do meu P.A. quem não leu, leia os contos anteriores) para pedir pra ele me ajudar, disse que naquele mês não conseguiria sair de SP mas que ia se encarregar do presentinho, mostrei o modelo que eu queria e quando foi na sexta-feira ainda pela manhã recebi uma encomenda no trabalho, chegou!
Quanta ansiedade não podia nem abrir pra dar uma olhadinha, não via a hora de ir pra casa. No final do dia mau entrei em casa e comecei a rasgar a caixa, nunca um papelão foi tão difícil de ser vencido e de dentro daquela caixa saiu não só o meu vibrador mas dois, uma calcinha preta, linda e safada além de um frasco de lubrificante, arranquei a roupa desesperadamente e fui pro chuveiro com eles, a emoção era tanta que eu só os admirava enquanto tomava banho, como se fossem dois homens ali me esperando ficar cheirosa pra me comer. Após o banho fomos todos para a cama, eu não sabia como começar, como meu corpo iria reagir, um deles é um pau realístico lindo eu não conseguia tirar os olhos dele, chupei como se fosse de verdade e em seguida introduzi na minha buceta assistindo pelo espelho, eu estava me achando linda e muito sexy ali sentada nele, abria a bunda pra ver ele me comendo, mexia e rebolava enquanto o outro só esperava a vez, o outro é vibratório, peguei e comecei a passa-lo em meu corpo e meu tesão subiu imediatamente, era delicioso ele vibrando no bico dos meus seios, sabia que se o encostasse na minha buceta gozaria imediatamente, eu queria aproveitar mais aquele momento mas não resisti, me massageei mais um pouco e assim que ele tocou o meu clitóris foi impossível segurar a explosão daquele orgasmo, senti como uma bomba atômica entre as minhas pernas que tremeram por um bom tempo sem que eu pudesse as controlar. Nossa, que sensação!
Aquilo me deu vida, me sentia muito bem e querendo mais, embora não podia muito mais do que aquilo pelas restrições da Pandemia então resolvi me vestir sensualmente simplesmente para ir ao supermercado, estava
me sentindo gostosa e queria ser vista assim, vesti minha calcinha nova, um vestidinho curto a máscara e resolvi ir de UBER com a expectativa que viesse um homem atraente me buscar, não com a intenção de transar com ele mas sim de provocá-lo e me sentir desejada. O motorista não era bonito, nem simpático foi de certa forma decepcionante, no supermercado comprei um vinho, uma taça e algumas outras coisinhas, enquanto estava na fila do caixa Rodrigo me ligou pra saber se havia recebido a encomenda eu disse que sim e menti que ainda não havia "testado" pois estava no mercado comprando um vinho para a minha "noite a três" mas prometi que quando estivesse pronta faria uma chamada de vídeo pra retribuir a sua generosidade.
O UBER da volta era mais jovem, bonito e simpático porém casado, tentava olhar por entre as minhas pernas pelo retrovisor a toda hora, já na frente de casa parou o carro do outro lado da rua, acho que para ter mais tempo de olhar pra minha bunda, embora estivessem de máscara foi nessa hora que finalmente conheci visualmente os vizinhos, um bonito casal, ele me acenou de maneira tímida e ela mais ainda. O motorista me ajudou com as compras no porta malas e ficou parado me assistindo atravessar a rua até entrar em casa olhando a minha bunda sem fazer questão de disfarçar.
Na segunda taça de vinho liguei pro Rodrigo, eu estava na sala somente com a calcinha que havia acabado de ganhar e os brinquedinhos ao lado prontos para serem usados e ele atendeu perfeito, saindo do banho ainda só enrolado na toalha que marcava o seu pau já excitado, eu o queria tanto que mau conversamos, incrivelmente desinibida posicionei o celular para ficar com as mãos livres e passei a exibir meu corpo sem nenhum pudor, ele arrancou a toalha e aquele pau delicioso surgiu faminto na câmera do celular, ele posicionou o celular de eu jeito que eu o via inteiro, sentado no sofá se masturbando com aquela cara de safado e me dando ordens, eu obedecia tudo, ou melhor, quase tudo.
Ele já havia gozado uma vez e eu também, eu sabia que uma hora ele pediria isso e já havia me programado, é claro que ele iria querer me ver dando o cuzinho pro pau realístico, então eu fingi que obedeceria, passei o lubrificante no meu cuzinho, me posicionei bem aberta na frente da câmera do jeito que ele pediu, passei ele na minha buceta e quando seria a hora de introduzir eu parei, falei que pra ver ele entrar teria que vir até aqui ver de perto,
ele ficou maluco e até com certa raiva mas vocês devem concordar que foi uma excelente ideia. O resultado disso?
Duas semanas depois ele deu um jeito, se arriscou, dirigiu por quase 1.000 Km e veio, passou 5 dias aqui em casa, me comendo de todas as formas por dezenas de vezes, escutamos juntos os barulhinhos dos vizinhos e fizemos o mesmo; me comeu no quintal e eu pedi pra ele gozar na minha boca plagiando os vizinhos e assim ele fez; acordei ele com os meus gemidos o provocando enquanto brincava com o vibrador; me masturbei na frente dele enquanto ele se masturbava; ele me masturbou com os presentes; meteu o realístico no meu cuzinho comigo sentada com a buceta no pau dele; brincamos de "dois homens em mim" assistindo um pornô do gênero. Matou os seus e os meus desejos momentâneos, me saciou por uns dias e se foi, deixou suas marca e seus presentes, foi intenso, quero mais, mas agora consigo esperar a próxima. E enquanto a pandemia não se vai eu vivo a vida brincando.
5年前